A relação entre Artrite Reumatoide Juvenil e o repelente SUNLAU KIDS

Conheça a História da Rayanne Conheça a História da Rayanne

Texto de Autoria da mamãe Anne Furtado!

"Meu nome é Anne Furtado, e hoje venho relatar para vocês a estória da nossa pequena Rayanne Mendes Furtado.

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Vocês devem estar se perguntando que estória é essa que tem haver com repelente, mas, vamos lá, vou contar desde inicio para que todos possam entender a relação que minha filha tem com o repelente Sunlau Kids.

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No dia 03 de novembro de 2015 (terça-feira), como de costume acordei cedo e fui preparar as mamadeiras das minhas filhas, para que pudesse alimentá-las e logo em seguida acordá-las para levá-las a creche. A Rayanne tinha 01 (um) aninho de idade, como toda criança de um aninho, sempre levantava e ficava brincando   no berço, mas nesse dia foi diferente, ela acordou chorando e não conseguia ficar de pé no berço, examinamos por todo o corpo e não vimos nada de estranho, qualquer machucado ou ferida, mas mesmo assim ela reclamava bastante.

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Como no dia anterior, ou seja, segunda-feira nós tínhamos ido ao shopping passear e foi a primeira vez que ela tinha ido ao shopping e andando sozinha, pois, das outras vezes ela era menorzinha e ainda não andava, e também no domingo ela havia escorregado e esticado a perna, nós achamos não era nada mais, que poderia ser cansaço em virtude de ter andado muito no dia anterior, ou uma leve dor em virtude do escorregão no domingo, então dei um remédio de dor, levei ela para creche, e pedi que as tias da creche observassem, e qualquer coisa me ligassem.

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Aproximadamente 4 horas após eu ter deixado ela na creche, a enfermeira da creche me ligou informando que ela estava reclamando do pezinho esquerdo e que estava um pouco inchado, foi então que imediatamente a levamos para o Pediatra Dr. Carlos Gusmão. Chegando lá ele a examinou, e contamos tudo que havia ocorrido nestes últimos dias, informamos que no domingo ela tinha escorregado e esticado a perna, mas não reclamou de dor em nenhum momento, e que na segunda-feira (feriado) fomos ao shopping passear e ela tinha andado e brincado muito com a irmã Nayara, e que tínhamos nos divertido muito e ela tinha tido uma gripezinha mais estava bem, e também não havia reclamado de nenhuma dor até aquele momento.

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O Dr. Carlos Gusmão inicialmente a diagnosticou que poderia ser uma distensão muscular em virtude do escorregão ou uma Sinovite no quadril, tendo em vista que ela havia vindo de um resfriado, então ele passou um remédio para dor, e um spray para aplicação no local, e pediu para ficarmos observado.

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Passado dois dias de medição e aplicação de spray no local não verificamos melhoras, foi então que ligamos para o Dr. Carlos Gusmão, e ele nos orientou a procurar uma emergência para podermos tirar um Raio X local, neste momento não tínhamos noção do que estava por vir, foi ai que começou a nossa luta.

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Imediatamente fomos para ao Hospital infantil PRONTOBABY, a médica pediatra da emergência, junto com a médica pediatra da ortopedia a analisaram, fizeram o exame de Raio X da área do tornozelo e também do quadril, mas, no exame não apareceu nenhuma fratura, aí elas acharam por melhor imobilizar o pé, e passaram um remédio anti-inflamatório, pois acreditavam se tratar de uma torção, foi então que engessaram o tornozelo de nossa filha, e pediram que voltássemos daqui a três dias. Três dias após voltamos e nada, ainda continuava inchado e sem melhoras, foi então que a médica solicitou exames de sangue, para verificar uma possível infecção ou inflamação.

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Quando veio o resultado do exame de sangue, o mesmo apresentou alterações, indicando possível inflamação, para piorar nossa filha estava com estomatite por ter usado remédios constantes, em virtude da estomatite nossa filha teve febre.

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O exame de sangue alterado em conjunto com a febre, ai veio nosso pesadelo, a médica nos deu a noticia que teria que internar nossa filha, porque os exames de sangue deram alterados e deviam avaliar ela melhor, pois podia ser algo bem mais grave. Foi então que internaram ela, repetiram o exame de Raio X da perna, incluindo joelho e tornozelo, e também do quadril, dos dois lados, e nos exames não dava nada, fizeram também uma tomografia computadorizada e nada, as médicas já estevão pensando numa inflamação no osso, pelo fato de um exame de sangue dar alterado o VHS, mais graças a Deus, Nossa Senhora Aparecida e Obaluaê os exames de sangue foram normalizando, mas mesmo assim ainda ficamos 3 dias internados.

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Após três dias internada a médica deu alta e pediu para retornamos para avaliação no setor ortopédico. Passaram dois dias e nossa filha voltou a sentir dor, e o pé ainda inchado, foi então que fomos em uma emergência ortopédica em outro hospital, novamente repetiram o exame de Raio X, novamente não deu nada, e voltaram a engessar o tornozelo dela, e o médico deste hospital pediu para retornar após três dias.

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Passado os três dias, resolvemos voltar no primeiro hospital, o hospital PRONTOBABY, pois lá tinha atendimento ortopédico e também poderia fazer outros exames caso necessitasse. Pela vontade do Senhor Deus, neste dia encontramos com a mesma Pediatra do setor ortopédico que havia atendido nossa filha no primeiro dia de emergência, foi então que ela começou a avaliar mais profundo o caso, tendo em vista que já havia feito diversos exames de sangue e Raio X e não dava nada.

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Naquele momento ela já ligou para sua chefe, que em outra oportunidade já havia conversado sobre o caso Rayanne, e também já de tinha conversado com outros médicos, foi então, que após todas as exclusões de diagnóstico ortopédico ela nos disse:  “Mãe  e Pai  o caso  da Rayanne  não  é  ortopédico  e sim ambulatorial!”,   ficamos sem entender nada, perguntamos  o que ela tinha, a Doutora  gentilmente  nos pediu   o telefone do  pediatra  dela, pois queria  conversar com ele, para poder  nos passar  a avaliação  dela  juntamente  com a dele, conversaram e a mesma nos chamou e disse  que tinha  suspeita de  Artrite Reumatoide Juvenil, mas para ter  certeza  nossa filha iria ter que fazer vários exames de sangue  e também uma ressonância magnética, esse exame  ia confirmar  as suspeitas dela, saímos de lá arrasados mais com muita Fé em Deus, na Nossa Senhora  Aparecida, e Obaluaê. Imediatamente fomos marcar os exames e fomos conversar com o pediatra dela o Dr. Gusmão, onde o mesmo     nos indicou uma Pediatra que era especialista em reumatologia por nome de Dra. Christianne Costa Diniz.

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Esperamos os exames ficarem prontos e marcamos com ela, exatamente um mês depois de tanta luta fomos ao encontro da Dra.  Christianne,   ao chegarmos  em seu consultório, só de observar  a doutora constatou   que se trata de Artrite Reumatoide Juvenil, nosso  chão abril  como assim um  Bebê de 01 aninho com artrite,  pensamos que era só  coisa de idoso, mais NÃO,  descobrimos que  criança tinha  artrite  e muitas não sabiam  e quando se descobria  já estava avançada  e o tratamento  já ficava mais difícil.

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A Dra. Christianne examinou    a nossa princesinha da cabeça aos pés, olhou os exames   e constatou que se tratava de uma Artrite Idiopática Juvenil - (AIJ) é uma doença crônica caracterizada por inflamação persistente das articulações. Os sinais típicos da inflamação das articulações são a dor, inchaço e limitação dos movimentos. "Idiopática" significa que não sabemos a causa da doença e "juvenil", neste caso, significa que o início dos sintomas ocorre normalmente antes dos 16 anos de idade, que no caso da RAYANNE era a ARTRITE OLIGOARTICULAR, ou seja, é o subtipo mais frequente de AIJ, representando quase 50% de todos os casos.

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Caracteriza-se pela presença de menos de 5 articulações envolvidas durante os primeiros 6 meses de doença, na ausência de sintomas sistémicos. Afeta grandes articulações (tais como os joelhos e tornozelos) de forma assimétrica. Por vezes apenas uma articulação é afetada (forma monoarticular). Em alguns doentes, o número de articulações afetadas aumenta para 5 ou mais após os primeiros 6 meses de doença; designa-se por oligoartrite estendida. Se o número de articulações envolvidas durante a evolução da doença for inferior a 5, esta forma é identificada como oligoartrite persistente.

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A oligoartrite tem início geralmente antes dos 6 anos de idade e é mais frequente no sexo feminino. Com o tratamento apropriado, o prognóstico articular é frequentemente bom nos doentes em que a doença permanece limitada a poucas articulações, sendo mais variável nos doentes que desenvolvem uma extensão do envolvimento articular em poliartrite.

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Uma proporção significativa dos doentes pode desenvolver complicações oculares, tais como a inflamação da parte anterior do globo ocular (uveíte anterior), uma camada com vasos sanguíneos que envolve o olho. Uma vez que a parte anterior da óvea é formada pela íris e pelo corpo ciliar, a complicação é designada por iridociclite crónica ou uveíte anterior crónica. Na AIJ, esta é uma condição crónica que se desenvolve internamente, sem causar quaisquer sintomas evidentes (tais como dor ou vermelhidão do olho). Se não for diagnosticada e tratada, a uveíte anterior progride e pode causar lesões muito graves no olho.

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O diagnóstico precoce desta complicação é, portanto, extremamente importante. Uma vez que o olho não fica vermelho e a criança não se queixa de visão turva, a uveíte anterior pode não ser detectada nem pelos pais nem pelos médicos. Os fatores de risco para o desenvolvimento de uveíte são o início precoce de AIJ e anticorpos antinucleares positivos (ANA).

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Como tal, é imperativo que as crianças com risco elevado de sofrerem desta complicação sejam observadas periodicamente por um oftalmologista, utilizando um aparelho especial, designado por lâmpada de fenda. A frequência dos exames oftalmológicos é geralmente a cada 3 meses e deve ser mantida a longo prazo.

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Após sabermos do resultado, e também a Dra Christianne nos ter dado todas as informações começamos o tratamento e com muita fé em Deus, ela teria que usar remédios contínuos.  Logo que começou a usar os remédios  de nome Alivium, o ibuprofeno de 8 em 8 horas  a nossa princesa  foi  voltando  a andar   aos poucos,  nisso   foi passado várias vacinas   porque  ela ia começar um tratamento   que não  poderia  tomar nenhuma vacina  que  tivesse  vírus vivo,    e todo mês  tinha que fazer  vários exames de sangue e de urina, para acompanhamento,  quase um ano depois  do acompanhamento   com  os exames e o remédio a Dra.  Nos avisou que iria começar um outro tratamento que era muito bom para ela, que seria através de vacina toda semana, que EU mesma poderia aplicar, meu Deus Eu fiquei em pânico, mais como fazemos tudo pelos nossos filhos, disse eu aplico é só explicar.

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Foi então que a Dra. liberou   a vacina de nome METOTREXATE (MTX), nós chamamos de vacina, mais na verdade é uma medicação usada para tratamento   cancerígeno, fiquei nervosa meu Deus minha bebê tomando uma vacina tão forte dessa, foi então que a Dra.  explicou  que as doses seriam pequenas  e que não iriam  afetar  nada, só teria que continuar com os exames laboratoriais  constantes, e assim fizemos nisso  já se vão para  02 dois anos essa  luta,  junto  com o MTX tivemos  que dar  Acido  fólico, vitamina D e observar  qualquer  mudança, graças a Deus hoje a doença esta controlada.

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Vocês devem estar se perguntando aonde entra o repelente SUNLAU KIDS? Então, contamos todas esta história para que todos possam saber mais sobre uma doença pouco conhecida, e que por cousa do uso do medicamento METOTREXATE (MTX), nossa filha não pode tomar vacinas com vírus vivo, além de sua imunidade ser relativamente controlada, além dela ser alérgica a picada de mosquito.

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Por isso quando veio  surto da febre amarela, da zika, e da chikungunya, ficamos desesperados, nossa única alternativa era fazer uso de um repelente eficaz, que pudesse nos dar a segurança contra qualquer picada de mosquito, foi ai que  entrou SUNLAU KIDS, pois, procuramos por vários repelentes, usamos de várias marcas, mas, o único que se mostrou eficaz, bem superior a qualquer outro, foi o SUNLAU KIDS   10h,  que  passou fazer parte  da nossa  vida  nos deixando mais tranquilos, pelo fato da nossa  pequena  estar protegida   tanto   dessas  doenças e  das alergia  que ela tem a mosquito  e insetos.

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Essa é a história da nossa pequena Rayanne, espero   que tenha de alguma forma ajudado a alertar outras famílias sobre essa doença chamada Artrite Reumatoide Juvenil que até então eu e minha família não sabíamos!

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Gostaria de deixar meu agradecimento a todos os médicos envolvidos em especial ao o Dr. Carlos Gusmão e a Dra. Christianne Costa Diniz que nos ajudam diariamente no tratamento de nossa filha.

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Obrigado também a HENLAU QUÍMICA pelo excelente produto, o SUNLAU KIDS que tem nos ajudado a proteger nossa filha contra picadas de mosquitos e isentos.

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Anne Furtado"

Nós da Henlau Química fabricantes da marca SUNLAU, estamos comovidos com o relato da mamãe Anne e damos o nosso maior apoio à toda família!

Conte conosco!

Super beijos :-)


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