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  • Vírus Zica


    Ontem o presidente da empresa Henlau Química, Norberto Luiz Afonso,  participou de uma importante reunião em Brasília com o Ministério da Saúde e Casa Civil. Juntamente com outros fabricantes de repelentes no Brasil, trataram da distribuição dos mesmos para as 400 mil grávidas cadastradas no Bolsa Família.

    Os fabricantes precisaram garantir que não irá faltar repelentes  para a população em geral e que o produto é indicado para grávidas.

    Devido a grande procura de relepentes no país, o Governo espera que a distribuição para o Bolsa Família comece em Abril.

    No Brasil, dos 4.180 mil casos de Zika vírus, 270 foram confirmados e  3.448 ainda estão sendo investigados. O combate ao vírus virou prioridade da saúde pública no Brasil e nos Estados Unidos.

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  • A Doença que paralisa o corpo

    Ministério da Saúde confirma que zika também pode causar a síndrome de Guillain Barré, que leva à perda de sensibilidade dos membros e não tem cura. Casos aumentam no Nordeste

    Fonte: Revista Isto É

    Não são sós as mulheres grávidas que têm de se apavorar com a possibilidade de serem picadas pelo Aedes Aegypti e contrair o zika vírus. Além da epidemia de microcefalia no País, o zika também está sendo responsabilizado pela explosão de casos de uma doença autoimune rara, a síndrome de Guillain Barré, que causa a perda da sensibilidade nos membros inferiores, fraqueza muscular generalizada e pode levar à paralisia.

    Seis estados do Nordeste, a região mais afetada pela epidemia, já deram o sinal de alerta na semana passada, ao mesmo tempo em que o Ministério da Saúde confirmou a associação entre a doença e o vírus. De acordo com o órgão, a relação foi feita, por meio de investigações da Universidade Federal de Pernambuco, a partir da identificação do vírus em amostras de seis pacientes com sintomas neurológicos e históricos de doença infecciosa. Desses, quatro foram confirmados com síndrome de Guillain Barré.

    “Existe uma relação entre o aumento de casos da doença e a presença do zika, mas ainda é difícil ter uma associação de causa e efeito, já que a enfermidade aparece quando o vírus está fora do corpo” afirma Bianca Grassi de Miranda, infectologista do Hospital Samaritano de São Paulo.

    Barret Barret

    SEQUELAS  Cerca de 30% dos doentes ainda apresentam fraqueza após três anos de síndrome

    Como um paciente de Guillain Barré não precisa notificar a doença ao governo, o Ministério da Saúde não tem dados sobre quantas pessoas foram acometidas por ela no País.

    Mesmo assim, secretarias de saúde de alguns estados do Nordeste registraram um aumento significativo de casos. Em Pernambuco, foram notificadas 130 pessoas com a síndrome e somente nove registros no ano passado. O Piauí aparece com 42 frente a 23 no ano anterior. Sergipe possui atualmente 28 casos e nenhum em 2014. No Maranhão, o número de notificações subiu de dez para 32. Na Bahia, em julho deste ano havia 29 ocorrências. Em dezembro, saltou para 64. Apesar da relação entre o zika e a síndrome ter fortes indícios, é importante lembrar que a Guillain Barré pode ser causada por uma reação provocada por qualquer infecção de vírus ou bactéria. “É uma doença neurológica rara que ocorre somente depois da infecção viral”, diz Antonio Carlos de Oliveira Misiara, infectologista do Hospital Sírio Libanês. “A pessoa passa a produzir anticorpos contra si mesmo, como se fosse um comando errado. Também existe uma pré-disposição genética para a síndrome.”

    Na maior parte dos casos, a Guillain Barré está associada a infecções virais agudas, como gripe, hepatite, dengue ou por citomegalovirus. O vírus faz o sistema imunológico atacar a membrana que envolve as fibras nervosas, chamada mielina – espécie de capa protetora das fibras nervosas. “O Guillain Barré faz o nosso sistema imunológico confundir as células saudáveis com as patológicas”, afirma Bianca, do Samaritano. Os sintomas costumam surgir entre duas e três semanas e são caracterizados por uma progressiva fraqueza muscular ascendente – dos membros inferiores para os superiores. “A síndrome pode evoluir tanto com quadros menos graves até os mais complexos, quando ocorre paralisia facial e danos no sistema respiratório”, diz Misiara. Para compreender melhor a doença e as demais complicações neurológicas que o zika vírus pode causar, diversas autoridades de saúde estão investigando pessoas com histórico de infecção pelo Aedes Aegypti. O Hospital da Restauração no Recife, em Pernambuco, estuda o aumento significativo de casos da síndrome e a possível associação com o zika. De acordo com a chefe do departamento de neurologia do hospital, Maria Lúcia Brito Ferreira, todos os casos de pacientes que apresentaram um quadro viral até junho deste ano estão sendo revistos. Dos 70 investigados, seis tiveram resultado positivo para o zika vírus e quatro apresentaram a síndrome de Guillain Barré.

    O vírus faz o sistema imunológico atacar as próprias células e tecidos saudáveis por engano

    O diagnóstico é realizado a partir da observação dos sintomas. “Os primeiros sinais são formigamento e dores agudas com antecedente de infecção”, diz a infectologista do Samaritano. Não há cura específica e o tratamento é focado no combate aos sintomas e na diminuição dos danos motores, com fisioterapia. “Em alguns casos são aplicadas injeções de imunoglobina (anticorpos contra os auto-anticorpos que atacam a mielina) e plasmaférese (um tipo de hemodiálise para filtrar os auto-anticorpos que destroem a mielina)”, diz Maria Lúcia. Segundo estudos, cerca de 30% das pessoas acometidas pela síndrome apresentam fraqueza residual após três anos e aproximadamente 3% podem sofrer uma recaída, com perda de força muscular e formigamento após o contágio inicial. A mortalidade ocasionada pela doença é considerada baixa, de 5%. Entre 5 e 10% dos pacientes podem permanecer com sintomas incapacitantes, ou seja, aqueles que impedem a pessoa de voltar a andar.

    Ao contrário do que ocorre nos casos de infecção que levam à microcefalia, na síndrome Guillain Barré o vírus já está fora do organismo quando a pessoa manifesta a doença. “Nos casos da síndrome, a doença aparece quando o paciente já está melhorando”, afirma a infectologista do Samaritano. Enquanto os especialistas estudam as relações entre o zika e síndrome, é preciso lutar contra o mosquito para diminuir a incidência de distúrbios neurológicos e outras doenças transmitidas por ele. “Estamos perdendo de goleada para o Aedes Egypti. Estamos muito aquém de conseguirmos manter o controle”, afirma Misiara. “Se fossemos eficazes no controle, a síndrome de Guillain Barré diminuiria por tabela.”

    Vale lembrar que os especialistas recomendam repelentes a base de Icaridina, que são os únicos realmente eficazes contra o mosquito.

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  • MICROENCEFALIA, ZIKA VIRUS E A ICARIDINA COMO MEDIDA DE PREVENÇÃO

    Entenda o que é Microcefalia

    A microcefalia é uma doença em que a cabeça e o cérebro das crianças são menores que o normal para a sua idade, influenciando o seu desenvolvimento mental.

    Geralmente, a microcefalia está presente quando o tamanho da cabeça de uma criança com um ano e três meses é menor que 42 centímetros. Isto ocorre porque os ossos da cabeça, que ao nascimento estão separados, se unem muito cedo, impedindo que o cérebro cresça normalmente.

    A microcefalia é uma doença grave, que não tem cura, e a criança que a possui pode precisar de cuidados por toda a vida, sendo dependente para comer, se mover e fazer suas necessidades, dependendo da gravidade da microcefalia que possui e se ela possui outras síndromes além da microcefalia.

    Consequências da microcefalia

    As crianças com microcefalia podem ter graves consequências como:

    • Atraso mental;
    • Déficit intelectual;
    • Paralisia;
    • Convulsões;
    • Epilepsia;
    • Autismo;
    • Rigidez dos músculos.Todas estas alterações podem acontecer porque o cérebro precisa de espaço para que possa atingir o seu desenvolvimento máximo, mas como o crânio não permite o crescimento do cérebro, suas funções ficam comprometidas, afetando todo o corpo.O que pode causar microcefalia?
    • As causas da microcefalia podem incluir doenças genéticas ou infecciosas, exposição a substâncias tóxicas ou desnutrição. Algumas situações que podem provocar microcefalia podem ser:
    • A microcefalia pode ser classificada como sendo primária quando os ossos do crânio se fecham durante a gestação, até os 7 meses de gravidez, o que ocasiona mais complicações durante a vida, ou secundária, quando os ossos se fecham na fase final da gravidez ou após o nascimento do bebê.
    • Apesar de não haver tratamento específico para a microcefalia, podem ser tomadas algumas medidas para reduzir os sintomas da doença. Normalmente a criança precisa de fisioterapia por toda a vida para se desenvolver melhor, prevenindo complicações respiratórias e até mesmo úlceras que podem surgir por ficarem muito tempo acamadas ou numa cadeira de rodas.
    • Consumo de cigarro, álcool ou drogas como cocaína e heroína durante a gravidez;
    • Síndrome de Rett;
    • Envenenamento por mercúrio ou cobre;
    • Meningite;
    • Desnutrição;
    • HIV materno;
    • Doenças metabólicas na mãe como fenilcetonúria;
    • Exposição à radiação durante a gestação;
    • Uso de medicamentos contra epilepsia, hepatite ou câncer, nos primeiros 3 meses de gravidez.A microcefalia também pode ser genética e acontece em crianças que possuem outras doenças como Síndrome de West, Síndrome de Down e Síndrome de Edwards, por exemplo. Por isso, a criança com microcefalia que também possui uma outra síndrome pode ter outras características físicas, incapacidades e ainda mais complicações do que as crianças que possuem somente microcefalia.O diagnóstico da microcefalia pode ser feito durante a gestação, com os exames do pré-natal, e pode ser confirmado logo após o parto através da medição do tamanho da cabeça do bebê. Exames como tomografia computadorizada ou ressonância magnética cerebral também ajudam a medir a gravidade da microcefalia e quais serão suas possíveis consequências para o desenvolvimento do bebê.A microcefalia não tem cura porque o fator que impede o desenvolvimento cerebral, que é a união precoce dos ossos que forma o crânio, não pode ser retirado. Se esta união precoce dos ossos acontecer ainda durante a gestação, as consequências podem ser mais graves porque o cérebro pouco se desenvolve, mas existem casos em que a união destes ossos ocorre no final da gestação ou após o nascimento, e neste caso a criança pode ter consequências menos graves.O tratamento da microcefalia não cura a doença, porém ajuda a reduzir as conseqüências no desenvolvimento mental da criança.Além disso, pode ser necessário usar medicamentos que ajudam o dia a dia da criança, que atuam diminuindo os espasmos musculares e melhoram a tensão dos músculos. A fisioterapia é indicada e pode ajudar no desenvolvimento físico e mental e por isso quanto mais estímulo dentro da fisioterapia a criança tiver, melhores serão os resultados. Assim, é recomendado fazer o maior número de sessões de fisioterapia por semana.
    • O médico que acompanha os portadores de microcefalia são o pediatra e o neurologista, mas outros profissionais da saúde também são necessários como psicólogo, dentista, terapeuta ocupacional e fonoaudiólogo.
    • Uma das possibilidade de tratamento é fazer uma cirurgia para separar ligeiramente os ossos do crânio, nos 2 primeiros meses de vida, para evitar a compressão do cérebro que impede seu crescimento. Quando além da microcefalia a criança possui hidrocefalia, que é a presença de líquido dentro do cérebro, também existe a possibilidade de colocar um dreno para controlar esse líquido.
    • Tratamento para microcefalia
    • Microcefalia tem cura?
    • Diagnóstico da microcefalia
    • Infecções como rubéola, citomegalovírus e toxoplasmose durante a gravidez também aumentam o risco do bebê ter microcefalia. Além destas, existe suspeita de que doenças como dengue, Zika vírus ou febre chikungunya durante a gestação também estejam ligadas à microcefalia.

    Vírus Zika

    No Brasil, suspeita-se que a entrada do vírus Zika tenha se dado durante a Copa do Mundo de 2014, quando o país recebeu turistas de várias partes do mundo, inclusive de áreas atingidas de forma mais intensa pelo vírus, como a África — onde surgiu — e a Ásia. No primeiro semestre de 2015, já havia casos confirmados em estados de todas as regiões do país. Com sintomas mais brandos que os da dengue e os da febre chicungunha (doenças também transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti), a febre Zika chegou a ser ignorada pelas autoridades de saúde; porém foi comprovada a associação do vírus a casos de microcefalia congênita e síndrome de Guillain-Barré, condições raras que aumentaram de maneira incomum no país no ano de 2015.[4] [7] [8] [9] [10]

    Com relação à microcefalia, o risco maior da infecção pelo Zika se dá na fase de desenvolvimento do córtex cerebral do feto, ou seja, os primeiros quatro meses de gravidez. No início da gestação, o vírus pode causar lesões no cérebro e interferir em fases do desenvolvimento do encéfalo. Não necessariamente uma grávida infectada pelo vírus Zika terá um bebê com microcefalia, porém estudos apontam um risco relevante, então se faz imprescindível o acompanhamento pré-natal para as gestantes, muito embora os danos causados no cérebro do feto em caso de microcefalia sejam irreversíveis.

    Vírus é transmitido pelo mosquito Aedes aegypt

    Combate ao vírus começa exterminando focos do mosquito Aedes aegypt Foto: Ivo Gonçalves/PMPA / Divulgação

    A Fiocruz de Pernambuco comprovou em pacientes brasileiros a relação entre zika vírus e a Síndrome Guillian-Barré (SGB). A doença neurológica, de origem autoimune, provoca fraqueza muscular generalizada e, em casos mais graves, pode até paralisar a musculatura respiratória, impedindo o paciente de respirar. O achado aumenta o sinal de alerta em torno da infecção pelo zika, já que ele também é apontado como principal causa da epidemia de microcefalia identificada no país. O vírus, que chegou no Brasil este ano, está presente em 18 Estados, incluindo São Paulo e Rio. — A ligação da síndrome com o vírus é inequívoca — avaliou o pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e responsável pela identificação da chegada do zika vírus no Brasil, Kleber Luz. Questionado, o Ministério da Saúde disse que o assunto está sob investigação.

    Os resultados foram obtidos em trabalho feito pela pesquisadora Lúcia Brito, chefe do serviço de neurologia do Hospital da Restauração, de Pernambuco. A análise identificou a presença do zika no líquido espinal e no sangue de sete pacientes que apresentaram a SGB. As suspeitas sobre a relação entre a infecção pelo zika e a síndrome surgiram na Polinésia, quando pesquisadores identificaram um aumento do número de SGB logo depois de uma epidemia da doença. ZH Explica: o que é e o que causa a microcefalia — A infecção pelo zika, por si só, pode ser branda. Mas ela tem potencial de provocar sérios problemas, tanto para fetos quanto para adultos — avaliou o pesquisador da Fiocruz e coordenador da análise que comprovou a presença do zika nos pacientes com SGB de Pernambuco, Carlos Brito.

    O número de casos de SGB cresceu de forma expressiva no Nordeste do país entre abril e junho, pouco depois que os Estados apresentaram a epidemia de zika. No Rio Grande do Norte, foram 24 casos de SGB - quatro vezes mais do que a média histórica. Em Pernambuco, foram encontrados 130 casos, também um aumento expressivo diante dos indicadores tradicionais. A notificação aumentou ainda no Maranhão e Paraíba, com 14 e seis casos, respectivamente. Neuropediatra diz que casos de microcefalia indicam uma nova doença Especialistas discutem agora com governo estratégias para tentar acompanhar o impacto da zika e as relações com SGB. Entre as propostas está criar um grupo para identificar, o mais rapidamente possível, primeiros sinais da SGB e encaminhar pacientes para tratamento. A ideia é também organizar um comitê de estudo para avaliar qual a evolução da SGB.

    A síndrome Guilliam-Barré afeta em média uma pessoa a cada cem mil habitantes. A reação geralmente ocorre depois de uma infecção provocada por bactéria ou vírus. Em alguns casos, terminada a infecção, o sistema autoimune do paciente sofre uma "pane" e identifica células do organismo como invasora e passa a atacá-las. O ataque das células de defesa provoca um processo inflamatório e a destruição da bainha de mielina, uma espécie de capa que recobre os nervos periféricos. O resultado é o bloqueio da passagem dos estímulos nos nervos, levando à paralisia.

    Um dos primeiros sinais da SGB é a fraqueza muscular, geralmente nas pernas. O processo pode evoluir, atingindo tronco e membros superiores. O maior risco é de a paralisia afetar também músculos respiratórios. A mortalidade da doença é considerada baixa. Uma parcela pequena de pacientes de SGB pode ficar com sequelas. Brito afirma que a maioria dos casos, a recuperação ocorre de forma tranqüila.

    — É um processo longo, que pode levar até 90 dias. Muitos pacientes ficam internados — contou.

    Assim como a dengue e a chikungunya, o zika vírus também é transmitido pelo mosquito Aedes aegypt.

    Atualmente o produto mais indicado pelos especialistas médicos para a adequada prevenção das picadas do mosquito Aedes Aegypti e as doenças que ele pode transmitir ( Dengue , o Zika , a Chikungunha , Febre Amarela ) são os Repelentes, em especial os Repelentes com o Ativo Icaridina.

    CONHEÇA MAIS SOBRE AS DIFERENÇAS ENTRE CADA TIPO DE REPELENTE

    Você usa repelente e ainda é picado? Essa informação é dedicada a você que já tentou usar alguns tipos de repelente e nada funcionou ou então sentiu que os produtos poderiam fazer mais mal a você do que aos insetos. Tem muita coisa sendo vendida no mercado, mas, na verdade, não protege você de uma possível picada do mosquito da dengue, por exemplo. É importante saber que os produtos industrializados são muito mais eficientes do que essas receitas caseiras, com cravos, álcool ou óleos, por exemplo, principalmente na prevenção das picadas de mosquitos que causam doenças, como o Aedes aegypti. Veja o que pode e não pode ser usado. Confira:

    Icaridina

    Você já ouviu falar na Icaridina? É um componente que tem sido muito utilizado para repelir insetos, principalmente o Aedes aegypti. As vendas de repelentes que se utilizam dessa substância têm aumentado consideravelmente nos últimos anos. A substância é indicada para uso em crianças acima de dois anos de idade e é recomendada pela OMS – Organização Mundial da Saúde. Esse é o produto que oferece o maior tempo de proteção em comparação com os outros ativos: são 10 horas de proteção quando aplicado corretamente na pele.

    DEET

    O DEET (dietiltoluamida) é a substância presente na maioria dos repelentes do mercado brasileiro, inclusive é recomendado para crianças acima de 12 anos. Produtos com DEET oferecem seis horas de proteção em concentrações acima de 50% , metade do tempo de componentes mais atuais como a icaridina. No Brasil , a DEET utilizada em Repelentes, está vetada em concentrações acima de 30%, pela toxicidade e potencial alergênico. Embora muito utilizado pelos consumidores, recente pesquisa conduzida por cientistas na Grã-Bretanha colocou em dúvida a sua eficácia e revelou que o mosquito da dengue aparentemente desenvolveu resistência ao princípio ativo, deixando a incerteza da proteção. O estudo foi divulgado pela publicação científica PlosOne.

    Repelente Natural

    Você sabia que algumas pessoas têm o “poder” de atrair mais insetos que outras por causa do ácido lático exalado pela pele? Por esse motivo, comem alimentos ricos em vitamina B1 para repelir insetos. Porém, médicos afirmam que eles não são eficazes contra o mosquito da dengue. Isso é um grande mito e não há nenhum estudo indicando que os alimentos realmente funcionam nesse sentido. Os alimentos ricos em vitamina do complexo B servem para você uma alimentação saudável e combater vários tipos de doenças, menos como repelente para isentos.

    Repelente Caseiro

    Os dermatologistas Dr. HelioMiot, Dr. Vidal, ambos da USP de Botucatu, no interior de São Paulo, e o Dr. Caio Rosenthal, um dos mais importantes infectologistas do Brasil, da USP também de São Paulo, condenam o uso de repelentes caseiros como forma de proteção. Por isso, tenha muito cuidado com o uso dessas “fórmulas mágicas” que têm sido compartilhadas na internet. O repelente caseiro para pernilongos à base de álcool, cravo da índia, óleo de amêndoas, mineral, citronela, ou qualquer outro tipo, não funciona como forma de prevenção da dengue. Fique atento para não ter uma surpresa indesejável. Lembre-se: o fato de o Brasil ser o país com maior extensão territorial do mundo faz com que os focos da doença estejam espalhados por toda a parte. Portanto, a utilização do produto é indicada para quem vive ou vai viajar para alguma região endêmica. Ele é apropriado para o uso diário e, principalmente, para pessoas que praticam atividades ao ar livre, como pescar, trilhas, jogar golf, mountain bike, hapel, motocross, entre outras coisas. Saber qual o produto correto a ser usado eleva o nível de proteção.

    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Revisão de Artigos da Revista Paulista de Pediatria publicada em março de 2009, apontando repelentes brasileiros subdosados, a citronela e a ingestão de vitamina B e alho como ineficazes além de comprar as marcas disponíveis no Brasil.

    Publicação do The New EnglandJournalof Medicine de 2002, indicando as baixas dosagens de princípio ativo como causa da ineficácia dos produtos mais populares.

    Publicação do Medical Letter de junho de 2005, apontando a icaridina como uma das mais importantes opções para proteção contra o Aedes aegypti, transmissor da dengue e o flebótomo, transmissor da leishmaniose, doenças endêmicas no Estado de Minas Gerais.

    Material técnico distribuído para pediatras, infectologistas, alergologistas e dematologistas. Lista B do Anexo II do decreto 3048/99 como doenças que podem ter relação com o trabalho.

  • Proteção Solar na medida certa.

    Se Proteja do Sol!

    Você esquece algumas regiões do corpo, como mãos e orelhas, e não passa o produto em dias nublados? Aqui, a dermatologista Dendy Engelman aponta os principais erros na hora de aplicar o protetor e ensina a corrigi-los

    Passe protetor solarLinha Completa SUNLAU no rosto e corpo de forma uniforme e não se esqueça de regiões como mãos, pés e orelhas (Foto: Thinkstock)

    O verão está se aproximando, as temperaturas subindo cada vez mais e os programas de fim de semana passam a ser na praia ou piscina em baixo do sol. Além de curtir, é importante proteger a pele para evitar queimaduras e o envelhecimento precoce. Mas, às vezes, você passa o produto e sente que não fez efeito? Isso acontece porque você pode estar cometendo alguns erros na hora de aplicá-lo. A versão mexicana da Marie Claire conversou com a dermatologista Dendy Engelman para saiba quais são esses erros e como corrigi-los.

    1. VOCÊ NÃO PASSA A QUANTIDADE SUFICIENTE Alguns protetores solares são grossos e gordurosos e, por isso, você passa pouco para não deixar o rosto ou corpo oleoso e com um aspecto brilhante. Ou, às vezes, evita passar uma boa quantidade para não ficar com a pele esbranquiçada. Mas isso pode deixar sua pele pouco protegida e causar queimaduras. Use uma quantidade de protetor que irá cobrir toda a pele e espalhe bem para que ele seja absorvido rapidamente e não fique branco. Você também pode optar por um protetor solar de toque seco que costuma ser mais fino.
    2. VOCÊ NÃO APLICA DE FORMA UNIFORME Para que a proteção seja efetiva, você deve aplicar o produto no rosto e corpo inteiros de forma uniforme, evitando passar mais ou menos em algumas regiões. E não se esqueça das mãos, pés, orelhas e lábios, algumas das áreas que costumam ser deixadas de lado na hora da aplicação. Lembre-se que todas as partes do corpo são sensíveis ao sol.
    3. VOCÊ SÓ APLICA UMA VEZ AO DIA Normalmente, os protetores solares protegem a pele até duas horas após a aplicação. Por isso é tão importante reaplicá-lo ao longo do dia. Se for ficar exposta diretamente à luz solar, o dermatologista indica passar o produto a cada hora. A proteção pode ir além: use chapéu, óculos de sol e maquiagens com FPS. É muito mais fácil prevenir do que tratar depois.
    4. VOCÊ NÃO USA EM DIAS NUBLADOS Os raios UV estão sempre presentes, independente do clima, e é a exposição diária a eles que contribui para o envelhecimento precoce da pele.

    Inclua o Protetor Solar na sua rotina de beleza para criar o hábito de usá-lo diariamente, faça chuva ou sol, e sua pele agradecerá.

    1. VOCÊ NÃO USA O FPS CERTO Toda pele precisa de fotoproteção, até mesmo a negra que não tem risco de queimadura, mas precisa de proteção contra o câncer de pele. O que varia de acordo com o tipo de pele é o FPS (Fator de Proteção Solar). Quem é branca deve usar protetor com FPS 50, morenas com FPS 30 e negras com FPS 15.
    2. VOCÊ SÓ USA A PROTEÇÃO DOS PRODUTOS DE BELEZA Alguns produtos, como bases e pós, têm FPS. No entanto, a proteção de maquiagens não é suficiente contra os raios UV. O ideal é passar os dois juntos: primeiro o protetor solar e depois a maquiagem. Outras opções mais práticas são o BB cream, que une hidratação, proteção e cobertura, e o protetor solar com cor, que tem cobertura mais eficaz.

    Fonte : Revista Marie Claire/ Globo

  • ATIVO MARINHO BIOFUNCIONAL

    OQUE VEM A SER O ATIVO MARINHO BIOFUNCIONAL GP4G UTILIZADOS NA LINHA DE PROTEÇÃO SOLAR SUNLAU ??

    O GP4G SPimage1 biofuncional é um extrato de plâncton aquático que ajuda a pele a resistir melhor aos fatores ambientais como os choques térmicos e radiação solar, demonstrado por estudos in vivo serem fatores responsáveis pela aparência da pele envelhecida

     Nucleotídeo de plâncton aquático que melhora a resistência da pele ao envelhecimento devido aos choques térmico

    Ingrediente antienvelhecimento baseado no nucleotídeo de GP4G de Artemia salina, um tipo de plâncton que demonstrou sobreviver em condições ambientais extremas por milhões de anos. .

    Desenvolvimento Racional Mais do que nunca, cientistas entendem que o meio ambiente afeta a biologia humana - que é complexa e está em constante mutação. A radiação solar e os choques térmicos, em especial, bombardeiam incansavelmente a pele, levando, com o tempo, a seu envelhecimento prematuro.

    GP4G SP biofuncional é extraído de um plâncton extremófilo único que está completamente adaptado a sobreviver em condições ambientais extremas.

    Uma solução simples, mas muito eficiente realizada pela evolução ao longo de milhões de anos, encontra-se dentro do nucleotídeo GP4G do plâncton Artemia salina. Seu código único inspirou o desenvolvimento do extrato de GP4G SP para uso em formulações cosméticas antienvelhecimentos altamente funcionais.

    GP4G SP biofuncional oferece a solução para ajudar a pele a resistir melhor às agressões diárias como demonstrado em estudos ex vivo. Os efeitos negativos causados pelos choques ambientais podem ser minimizados com formulações contendo GP4G SP que, em estudos in vivo, demonstraram como resultado uma pele rejuvenescida e com aspecto saudável.

    1. Resistência da pele ao choque do envelhecimento solar: o primeiro fator de envelhecimento ambiental. a . GP4G SP está associado com o menor dano ultravioleta (UVB) ex vivo. b. GP4G SP está associado com o menor dano infravermelho (IR-A) ex vivo.
    2. Resistência da pele ao choque do envelhecimento térmico: o segundo fator de envelhecimento ambiental. a .  Ex vivo, GP4G SP ajuda a aumentar a expressão da HSP70 e limitar os d anos à pele durante um choque de calor experimental.      b. G P4G SP, em estudo ex vivo, melhora a resistência da pele ao choque frio. Em experimento in vitro o GP4G SP mostrou efeito nas Proteínas de Ligação do RNA induzidas pelo frio (CIRBP).
    3. Redução dos sinais visíveis do envelhecimento.
      1. a. Rugas em volta dos olhos
      2. b. Tonalidade da pele e mancha senil

    Medidas com Mexameter mostram uma mudança estatística significativamente alta no lado com o creme contendo GP4G SP biofuncional a 2% versus o placebo na primeira semana de aplicação.

    Uso a linha de Proteção Solar SUNLAU e esteja mais protegido para todas as atividades diárias de sua família.

    Proteção Extra você encontra em www.sunlau.com.br

  • CONHEÇA MAIS SOBRE AS DIFERENÇAS ENTRE CADA TIPO DE REPELENTE

    CONHEÇA MAIS SOBRE AS DIFERENÇAS ENTRE CADA TIPO DE REPELENTE

    testeVocê usa repelente e ainda é picado? Essa informação é dedicada a você que já tentou usar alguns tipos de repelente e nada funcionou ou então sentiu que os produtos poderiam fazer mais mal a você do que aos insetos. Tem muita coisa sendo vendida no mercado, mas, na verdade, não protege você de uma possível picada do mosquito da dengue, por exemplo. É importante saber que os produtos industrializados são muito mais eficientes do que essas receitas caseiras, com cravos, álcool ou óleos, por exemplo, principalmente na prevenção das picadas de mosquitos que causam doenças, como o Aedes aegypti. Veja o que pode e não pode ser usado. Confira:

    Icaridina

    Você já ouviu falar na Icaridina? É um componente que tem sido muito utilizado para repelir insetos, principalmente o Aedes aegypti. As vendas de repelentes que se utilizam dessa substância têm aumentado consideravelmente nos últimos anos. A substância é indicada para uso em crianças acima de dois anos de idade e é recomendada pela OMS – Organização Mundial da Saúde. Esse é o produto que oferece o maior tempo de proteção em comparação com os outros ativos: são 10 horas de proteção quando aplicado corretamente na pele.

    DEET

    O DEET (dietiltoluamida) é a substância presente na maioria dos repelentes do mercado brasileiro, inclusive é recomendado para crianças acima de 12 anos. Produtos com DEET oferecem seis horas de proteção em concentrações acima de 50% , metade do tempo de componentes mais atuais como a icaridina. No Brasil , a DEET utilizada em Repelentes, está vetada em concentrações acima de 30%, pela toxicidade e potencial alergênico. Embora muito utilizado pelos consumidores, recente pesquisa conduzida por cientistas na Grã-Bretanha colocou em dúvida a sua eficácia e revelou que o mosquito da dengue aparentemente desenvolveu resistência ao princípio ativo, deixando a incerteza da proteção. O estudo foi divulgado pela publicação científica PlosOne.

    Repelente Natural

    Você sabia que algumas pessoas têm o “poder” de atrair mais insetos que outras por causa do ácido lático exalado pela pele? Por esse motivo, comem alimentos ricos em vitamina B1 para repelir insetos. Porém, médicos afirmam que eles não são eficazes contra o mosquito da dengue. Isso é um grande mito e não há nenhum estudo indicando que os alimentos realmente funcionam nesse sentido. Os alimentos ricos em vitamina do complexo B servem para você uma alimentação saudável e combater vários tipos de doenças, menos como repelente para isentos.

    Repelente Caseiro

    Os dermatologistas Dr. HelioMiot, Dr. Vidal, ambos da USP de Botucatu, no interior de São Paulo, e o Dr. Caio Rosenthal, um dos mais importantes infectologistas do Brasil, da USP também de São Paulo, condenam o uso de repelentes caseiros como forma de proteção. Por isso, tenha muito cuidado com o uso dessas “fórmulas mágicas” que têm sido compartilhadas na internet. O repelente caseiro para pernilongos à base de álcool, cravo da índia, óleo de amêndoas, mineral, citronela, ou qualquer outro tipo, não funciona como forma de prevenção da dengue. Fique atento para não ter uma surpresa indesejável. Lembre-se: o fato de o Brasil ser o país com maior extensão territorial do mundo faz com que os focos da doença estejam espalhados por toda a parte. Portanto, a utilização do produto é indicada para quem vive ou vai viajar para alguma região endêmica. Ele é apropriado para o uso diário e, principalmente, para pessoas que praticam atividades ao ar livre, como pescar, trilhas, jogar golf, mountain bike, hapel, motocross, entre outras coisas. Saber qual o produto correto a ser usado eleva o nível de proteção. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Revisão de Artigos da Revista Paulista de Pediatria publicada em março de 2009, apontando repelentes brasileiros subdosados, a citronela e a ingestão de vitamina B e alho como ineficazes além de comprar as marcas disponíveis no Brasil. Publicação do The New EnglandJournalof Medicine de 2002, indicando as baixas dosagens de princípio ativo como causa da ineficácia dos produtos mais populares. Publicação do Medical Letter de junho de 2005, apontando a icaridina como uma das mais importantes opções para proteção contra o Aedes aegypti, transmissor da dengue e o flebótomo, transmissor da leishmaniose, doenças endêmicas no Estado de Minas Gerais. Material técnico distribuído para pediatras, infectologistas, alergologistas e dematologistas. Lista B do Anexo II do decreto 3048/99 como doenças que podem ter relação com o trabalho.
  • Modo de Uso

    Forma adequada de se usar repelentes cutâneos:
     
    Seja generoso: a tendência natural é passar menos que o necessário. Deve-se aplicar em todas as partes expostas do corpo.
    Seja homogêneo: aplique em todas as partes descobertas do corpo. A ação de um repelente se limita a 4 centímetros. Uma aplicação no rosto não protege a nuca, por exemplo.
    Seja repetitivo: Sunlau Kids e Sunlau Max com Bayrepel dura até 10 horas em temperaturas abaixo de 30ºC e 5 horas em temperaturas acima de 30ºC. Reaplique se molhar o corpo em piscina, mar ou se tomar banho.
    Seja seletivo: o produto só pode ser usado em crianças acima de 2 anos mas não é um irritante das mucosas.
    Use em conjunto com o protetor solar: os produtos Sunlau não são foto-sensíveis e não interagem com o protetor solar.
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